Publicado: 16 de maio de 2017, 09:24

Técnicos da Emgetis avaliam pesquisa de satisfação com clientes

Técnicos da Empresa Sergipana de Tecnologia da Informação (Emgetis) estão visitando, durante este mês, Órgãos e Secretarias estaduais no intuito de avaliar uma pesquisa de satisfação feita com os gestores de TI, além de fazer o recadastramento de administradores de ferramentas fornecidas pela Emgetis, como o Expresso Livre, e-mail corporativo utilizado pelos servidores públicos estaduais; e o E-doc, ferramenta que permite a tramitação eletrônica de documentos.

A pesquisa de satisfação, já realizada, colheu dados fornecidos pelos gestores de TI, com sugestões e críticas, conforme relata o coordenador de relacionamento da Emgetis Jussier Freire. “A pesquisa tem o objetivo de melhorar o relacionamento dos clientes com a Emgetis, procurando saber como está o serviço que a empresa realiza, como anda o relacionamento com os órgãos e qual é a opinião desses gestores de TI para tais questões”, pontua.

Os técnicos da Emgetis estão percorrendo as secretarias e órgãos estaduais para ouvir as demandas e tentar resolver falhas no atendimento ao cliente. Um dos locais visitados foi a Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), onde o grupo da Emgetis foi recebido pelo analista de Suportes Marcelo Costa Brito. “É interessante essa ação para que possamos conversar com os técnicos da própria Emgetis, esclarecer algumas dúvidas e melhorar o nosso relacionamento como um todo”, declara.

Recadastramento

Todos os anos a Emgetis faz uma visita às Secretarias e Órgãos estaduais para um recadastramento do Expresso Livre e do E-doc. A intenção é verificar se permanecem nos sistemas pessoas que foram desligadas da empresa. A partir desse levantamento, é possível excluir as contas que estão irregulares, para que haja uma segurança ainda maior no sistema.

O analista de suportes da FSPH, Marcelo Brito, apóia essa iniciativa. “O recadastramento anual é fundamental, pois se as contas de funcionários desligados da empresa continuarem ativas, a segurança da informação fica, sem dúvida, comprometida”, comentou.

Por Juliana Paixão (estagiária) – Edição: Andreza Azevedo
Foto: Ascom/Emgetis

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