Publicado: 20 de julho de 2017, 10:38

Emgetis realiza homenagem ao Dia Internacional da Mulher

As mulheres da Emgetis viveram um momento diferente do cotidiano ao participarem da homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O evento realizado especialmente para o público feminino teve o objetivo de demonstrar a importância da mulher no ambiente de trabalho.As mulheres da Empresa Sergipana de Tecnologia da Informação (Emgetis) viveram um momento diferente do cotidiano ao participarem da homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O evento realizado especialmente para o público feminino teve o objetivo de demonstrar a importância da mulher no ambiente de trabalho.

A palavra de abertura foi proferida pelo presidente da Emgetis, Ulisses Benedito de Paula, que destacou a relevância de refletir acerca das conquistas da mulher no decorrer dos anos. Segundo ele, hoje a mulher é profissional e continua sendo mãe, esposa, dona de casa, acumulando atribuições.

“Vocês mulheres são importantíssimas para Emgetis, pois torna a empresa mais bela, rica e forte. As mulheres são mais racionais e objetivas”, declarou o presidente.

Após a abertura, as mulheres assistiram a um vídeo e em seguida participaram de uma ginástica laboral onde executaram exercícios de alongamento e relaxamento.

Questionada sobre o evento, Anastácia Barros da Assessoria Jurídica (Asjur) demonstrou satisfação: “Foi muito bom, diferente. Foi muito divertido o momento da ginástica laboral, que acabou descontraindo todos os presentes”. Para ela a comemoração do Dia Internacional da Mulher é justa, pois durante esse tempo a mulher tem conquistado seu espaço, mas ainda deve continuar lutando por seus direitos.

Para Hilda Vasconcelos da Área Financeira e Contábil (Arfic) “todo o dia é dia da mulher. É muito bom ser a gente ser lembrada em um dia especial”.

História

No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve ocupando a fábrica. Elas reivindicaram melhores condições de trabalho, redução na carga diária de 16 horas para 10, equiparação de salários com os dos homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada em seguida. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

No ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

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