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Publicado: 15 de maio de 2009

Emgetis realiza levantamento de projetos na área de TIC do Estado

A Empresa Sergipana de Tecnologia da Informação (Emgetis) realizará um diagnóstico das ações que abragem a área de TIC na adminstração pública estadual. O objetivo é buscar o alinhamento das atividades às estratégias do Governo.

Para mapear as ações que envolvam a Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) no Governo do Estado, a Empresa Sergipana de Tecnologia da Informação (Emgetis) iniciou um levantamento, junto aos órgãos da Administração, dos projetos e contratações que contemplem investimentos na área. A ação faz parte do papel da empresa, que é cuidar da Governança de TI em conjunto com secretarias e órgãos.

O presidente da Emgetis, Ulisses Benedito de Paula, explica que esse trabalho de mapeamento consiste em um passo de uma caminhada que envolve integração e colaboração dos órgãos e resultará em um diagnóstico de TIC no âmbito estadual. “Esse diagnóstico é relevante por ser uma das principais iniciativas de Governança em TI, atribuição que compete à Emgetis. O alinhamento das atividades da área às estratégias e ações do Governo, de forma corporativa, garantirá uma visão integrada de trabalho e a otimização do desempenho dos projetos estaduais”, avalia.

Responsável pela atividade, a gerente da Área de Governança e Inovação (Argin), Sueli Bacelar, informa que um total de 48 órgãos receberam formulários com questões acerca de três eixos de pesquisa: estrutura de TI, repercussão de pareceres técnicos e projetos que contemplam soluções de TIC.

Após o trabalho de coleta e mapeamento das informações, será produzido um relatório geral destacando a colaboração dos projetos de TIC para o órgão e para o Estado. O documento, segundo Sueli, conterá também uma análise quantitativa e qualitativa do tratamento dado à TIC, bem como quais as diretrizes estratégicas apoiadas pela área.

A primeira questão abordada diz respeito à caracterização do setor responsável pela TIC em cada órgão, na qual deve ser detalhado se há uma unidade específica que abriga o setor, qual o perfil dos profissionais, o posicionamento organizacional da área, entre outros.

Já em relação aos pareceres técnicos, os órgãos passarão dados acerca das contratações efetivadas ou não. Conforme Sueli, o acompanhamento das contratações superiores a R$ 8 mil de produtos e serviços de TIC decorre do decreto nº. 25.300, que estabelece a submissão obrigatória de aquisição e licenciamento, por parte do Governo, à análise e emissão de parecer técnico da Emgetis.

O último eixo de pesquisa é a identificação dos projetos que contemplam investimentos em TIC, de modo que seja demonstrado o alinhamento às diretrizes do Planejamento Estratégico do Governo. “A idéia é avaliar a contribuição dos recursos aplicados na área de TI para o alcance das metas estabelecidas pelo planejamento”, explicou a gerente da Argin.

Coube à Área de Relacionamento e Negócios (Arene) o contato com os gestores de TIC de cada órgão. O gerente, Luiz Eduardo Ferreira, conta que a Arene ficou responsável por distribuir os formulários e exaurir todos os esforços para obter as respostas. Para Sueli, um dos objetivos deste trabalho é “auxiliar os órgãos a melhorar a qualidade da contratação, com foco no retorno, sem esquecer o princípio de economicidade que o Governo sempre deve ter”.


Última atualização: 3 de agosto de 2017