Publicado: 4 de setembro de 2017, 12:10

AGETIS e Secom discutem Governo Eletrônico

O diretor-presidente da Agência de Tecnologia da Informação de Sergipe (Agetis), Cláudio Silva, juntamente com o diretor administrativo, Ulisses de Paula, receberam na manhã desta sexta-feira, 6 , a secretária de Estado da Comunicação, Eloísa Galdino, e a assessora do núcleo de integração e projetos da Secom, Kadydja Albuquerque. O objetivo da reunião foi discutir os caminhos do Governo Eletrônico em Sergipe.

Para a secretária Eloísa Galdino, o I Seminário de Governo Eletrônico de Sergipe, que aconteceu no último dia 20 de junho, no auditório do Tribunal de Justiça, foi um marco importante para o início de uma nova política na área. “A Secom está à disposição da Agetis para construir um projeto que possa integrar todas as secretarias e órgãos do Governo, facilitando assim a vida do cidadão”, destacou.

Ela ressaltou também que o Governo Eletrônico representa a diferença do olhar do governador Marcelo Déda na área de tecnologia da informação, que deve ter como prioridade a população. “O governo de Sergipe acredita que com esse projeto daremos mais transparência as ações do governo, além de modernizar a administração pública, facilitar o acesso dos cidadãos aos serviços do governo e ampliar o espaço de diálogo com a sociedade”, disse Eloísa.

Já Cláudio Silva afirmou que a Agetis está se empenhando para, o mais breve possível, junto com a Secom e com a Casa Civil, implementar novas ações na área. Além disso, o presidente da Agetis lembrou que a modernização da máquina pública e a redução da burocracia trazem para o Estado uma grande economia financeira, permitindo assim ao Governo investir em outras áreas.

“O Governo Eletrônico é uma das ações que pretendemos implantar para aproximar o governo do cidadão. Mas, é importante destacar que em paralelo a esse projeto estaremos nos próximos anos adotando políticas que levem as tecnologias da informação e da comunicação, como telefone e internet, por exemplo, para dentro das comunidades mais carentes”, concluiu Silva.

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