Publicado: 8 de setembro de 2017, 10:46

AGETIS cria GT de segurança na Rede

O diretor-presidente da Agência de Tecnologia da Informação de Sergipe (Agetis), Cláudio Silva, instituiu recentemente um Grupo de Trabalho(GT) interno de segurança na rede de governo. O grupo, que é composto por quatro técnicos do órgão, tem como objetivo central elaborar uma política de segurança para as atividades de informação eletrônica voltadas à Rede Integrada do Governo do Estado de Sergipe (RIGES).

Segundo Milson Barreto, diretor de tecnologia da Agetis, o que motivou a criação do grupo foi o fato de que ataques de vírus e lentidão dos circuitos vêm ocasionando alguns problemas no sistema de atendimento do Governo do Estado. Desta forma, o GT vai apresentar um pré-projeto de política de segurança para o setor. “Alguns secretários têm reclamado de problemas de lentidão na rede e solicitam a ampliação dos circuitos. Contudo, antes de aumentarmos a capacidade, o que representaria um maior gasto para o Governo do Estado, é necessário que haja uma política de uso adequado da rede”, diz o diretor.

Barreto afirma que a rede de governo tem sido, algumas vezes, mal utilizada. “O acesso a programas como msn, orkut, salas de bate papo e aplicativos de multimídia, potencializa a difusão de vírus, além de acarretar na ocupação de grande parte dos circuitos, ocasionando uma redução da velocidade do fluxo de informações na rede”, explica.

Alberto Souza, analista de sistemas e coordenador do GT, explica que cada órgão e secretaria possui hoje uma política de segurança própria, portanto, o grupo vai criar regras e procedimentos gerais para toda a estrutura administrativa estadual. A política de segurança que será proposta vai permitir que os circuitos sejam utilizados de uma melhor forma, permitindo mais eficiência e rapidez nos serviços disponibilizados pelo governo ao cidadão.

PROBLEMAS E SOLUÇÕES

Milson relata que os maiores problemas que “incham” a rede de informática do governo são servidores de e-mails sem configurações de segurança, redes de alguns órgãos sem sistema de bloqueio de acesso à páginas não recomendadas, não utilização de antivírus nos computadores e ausência de normas e controle nas conexões de equipamentos particulares, como notebooks, disquetes, cds-roons, pen-drivers e cartões de memória.

O diretor de tecnologia da Agetis destaca ainda que serão tomadas medidas de longo e curto prazo para que a rede de informática do governo funcione da melhor maneira possível. Entre elas estão previstas o controle de páginas e programas acessados na internet, implantação de filtros anti-spam e antivírus para todos os e-mails, implantação de firewall em toda a rede e regras para o uso de equipamentos particulares. Já a longo prazo, a Agetis está providenciando a instalação de novos sistema, equipamentos e circuitos de rede.

“A previsão é que até o início de julho o novo sistema esteja funcionando plenamente, iniciando-se em seguida a migração dos atuais circuitos, que deverá ser concluída até outubro”, concluiu Barreto.

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